Dalton Vigh diz, no Vitrine, que paparazzi é coisa do Rio de Janeiro
Foto: Cleones Ribeiro/TV Cultura
Ainda no programa, Sabrina Parlatore vai em busca de profissionais que comentam as novas tendências da era digital e o fim da câmera analógica
De mudança para São Paulo, o ator Dalton Vigh abriu sua casa em plena reforma para Rodrigo Rodrigues, do programa Vitrine, da TV Cultura. Num papo descontraído na sacada de seu apartamento, disse estar feliz com a vinda para a capital paulista, só reclama da reforma: “primeira e última vez na vida”.
Sobre o assédio dos fãs por aqui, Vigh diz que é bem mais tranquilo: “Paparazzi em São Paulo ? Aqui não tem isso não, isso é coisa do Rio de Janeiro, que é ridículo né, cara”? E continua: “Eu morava no Leblon e quando saia para comprar jornal, tinha uns três paparazzi escondidos atrás da árvore, tirando fotos. Mas que interessante, não? A pessoa comprando jornal na banca... ohhhh”, ironiza Dalton.
Em cartaz com a peça Vamos?, de Mario Viana, [Teatro Imprensa, em São Paulo ], o ator se transforma em comediante: “Adoro fazer comédia no teatro. Na tevê fiz muitos vilões, galãs, mas conseguir tirar gargalhadas do público é a melhor droga que existe no mundo”.
Dalton Vigh estreou na TV em 1995, na novela Tocaia Grande, da extinta Manchete, e fez novelas em várias emissoras, mas o grande sucesso foi no papel de Said, marido de Jade, interpretada por Giovanna Antonelli, em O Clone (Globo). No teatro, destacou-se em A Semente , As Viúvas e Camila Baker, comédia musical em que interpretou cinco personagens, entre eles uma mulher, a camareira Doroti.
Ainda no programa, Sabrina Parlatore vai em busca de profissionais que comentam as novas tendências da era digital e o fim da câmera de fotografia analógica. O telespectador também assiste à cobertura da sétima edição do IlustraBrasil!, uma exposição que reúne 100 ilustrações de artistas, com diferentes ideias, técnicas e estilos. O evento promove a integração entre eles e trabalha para resgatar os valores e a história de uma das profissões mais importantes para a cultura e o imaginário gráfico do país.









Postar um comentário