Gabriela Leite, dona da DASPU e ex-prostituta, no De Frente Com Gabi desta quarta
| Foto: Carol Soares/SBT |
Confira abaixo as melhores frases da entrevista:
- Eu sempre tenho que dizer que não sou socióloga.
- Sempre quis estudar e ler bastante para nãoser tratada como figura folclórica.
- Vou pela primeira vez na ANPOCS (AssociaçãoNacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais), que só tem pesquisadorese acadêmicos.
- Antes, prostitutas só apareciam em páginapolicial.
- Esse imenso crescimento das religiões evangélicas,que têm uma moral fechada, influencia uma visão bastante conservadora.
- Prostitutas sempre vão existir.
- O que incomoda as pessoas é saber que temmulheres que transam por dinheiro.
- Eu acho os homens extremamente frágeis. Essafragilidade me emociona.
- Eu não acredito que as pessoas não tenhamoutras opções, é uma coisa da mente mesmo.
- Quando eu fui para a prostituição, as minhascolegas de profissão queriam que suas filhas se casassem virgens.
- Casamento com cliente raramente dá certo.Na primeira briga, ele diz: “eu te tirei daquela vida”.
- Nós começamos a fazer sexo seguro a partirde 1989.
- Temos um “baita” nome por causa da mídiaespontânea. (sobre a DASPU)
- Vamos fechar mais uma parceria com uma faculdadede moda. (sobre a DASPU)
- Minha neta tem 19 anos e leva tudo numa tranquilidadeenorme. Ela tem o maior orgulho de mim.
- Se eu tivesse que começar de novo, fariatudo igual.
- Por trás da prostituta tem uma mulher, cidadã,brasileira e as pessoas esquecem isso.
- (O caso de Bruna Surfistinha) Não ajuda enão atrapalha. A história da Bruna fala do que acontece dentro do quartoe ela tem mágoas e sente por ter sido prostituta.
- Achei o filme (da Bruna Surfistinha) estranho.Uma histórias cheia de dedos para não influenciar.
- Nós somos contra as menores, em qualquerprofissão.
- Tenho o sonho de ter um pequeno restaurante,adoro cozinhar.
Nesta quarta, 02 de novembro, à 00h15.









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