Home & Health mostra a luta de três mulheres contra a narcolepsia em A Vida Entre Sonhos
Documentário acompanha a rotina atípica de três mulheres que convivem com a narcolepsia - Foto: Divulgação |
Para
a maioria das pessoas, o sono é um visitante bem-vindo, principalmente
ao final de um longo dia. Mas, para quem sofre de narcolepsia, o sono é
um ladrão que rouba anos de vida e causa transtornos até quando as
pessoas estão acordadas. O especial A VIDA ENTRE SONHOS (A SLEEPY LIFE)
conta as comoventes histórias de três mulheres neozelandesas que
convivem com esse mal. Para elas, cada dia representa uma batalha contra
o sono. O programa vai ao ar domingo, 26 de agosto, às 23h.
A
narcolepsia é um distúrbio do sono que afeta cinco de cada dez mil
pessoas, causa sonolência excessiva e pode fazer com o doente caia no
sono de repente. Não há cura para a narcolepsia e, sem tratamento, a
pessoa pode ficar impossibilitada de realizar tarefas simples como
dirigir um automóvel ou tomar um banho de banheira, sob risco de sofrer
graves acidentes.
A
narcolepsia é um mal que afeta o trabalho, o estudo e a vida social dos
doentes, que têm de contar com a compreensão de companheiros,
familiares e colegas. O tratamento da narcolepsia inclui remédios e
mudanças no estilo de vida, ações que podem amenizar os sintomas.
O
especial apresenta Justine, que sofreu ataques de narcolepsia durante
toda a adolescência e tem uma filha de quatro anos. Durante anos,
Justine não conseguiu viver tranquilamente com a doença. Agora, ela
está decidida a retomar o controle de sua vida e enfrentar desafios,
como completar a universidade e, aos poucos, suspender os medicamentos
que vem tomando.
Já Cher (foto) sofreu 21 anos de ataques de sono crônicos, acompanhados de terríveis pesadelos relacionados à narcolepsia, até que decidiu procurar tratamento e buscar uma forma de conviver melhor com a doença.
Já Cher (foto) sofreu 21 anos de ataques de sono crônicos, acompanhados de terríveis pesadelos relacionados à narcolepsia, até que decidiu procurar tratamento e buscar uma forma de conviver melhor com a doença.
Sharon,
mãe de dois adolescentes, sabe que suas crises são provocadas por
emoções fortes, que podem variar de ataques de riso à excitação e até à
tristeza. Ela se sente tão envergonhada de sua condição, que tentar
evitar os ataques se tornou uma obsessão, pela qual ela tem de pagar um
preço muito alto.
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