sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Filmes na TV Brasil de 01 a 09/12/2018

“A Banda das Velhas Virgens”
Sábado, 1º de dezembro, às 16h
(Reprisa na madrugada do mesmo dia, à 1h)

Em “A Banda das Velhas Virgens”, o humorista Amácio Mazzaropi vive o caipira “Gostoso”, maestro de uma banda formada por senhoras idosas e beatas.

Expulso de suas terras, Gostoso vai morar em um ferro-velho nos arredores da cidade, onde encontra um saco de joias e acaba acusado de roubo. Agora, tem que fazer de tudo para provar sua inocência.

100 min. Ano: 1979. Gênero: Comédia. Direção: Pio Zamuner (codiretor: Berilo Faccio) Produção: Amácio Mazzaropi. Roteiro: Rajá de Aragão e Amácio Mazzaropi. Elenco: Mazzaropi, Geny Prado, André Luiz Toledo, Gilda Valença, José Velloni. Gênero: Comédia. Classificação Indicativa: livre.

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“Jeca e seu filho preto”
Sábado, 1º de dezembro, às 23h30

Em “Jeca e seu filho preto”, o saudoso humorista Amácio Mazzaropi interpreta Zé, o pai de um rapaz (misteriosamente) negro. O fato nunca pareceu o atormentar, mas os outros se incomodam quando seu filho se enamora de uma moça branca, filha de um rico fazendeiro.

Em plenos anos 1970, Amácio Mazzaropi, com seu jeito simples, abordou no cinema a questão do preconceito racial.

104 min. Ano de estreia: 1978. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner. Codireção: Berilo Faccio, com Amácio Mazzaropi, Mazzaropi, Geny Prado, Yara Lins, Elizabeth Hartman, Denise Assunção. Classificação Indicativa: Livre. 
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“Cego Aderaldo – O Cantador e o Mito”
Sábado, 1º de dezembro, às 3h

Nascido Aderaldo Ferreira de Araújo, em junho de 1878, o poeta repentista Cego Aderaldo foi não apenas o maior nome da poesia cantada e improvisada no Brasil, mas um mito. Sua obra influenciou a música popular e as artes brasileiras nas décadas de 50 e 60.

O documentário “Cego Aderaldo – O Cantador e o Mito” conta a história de um artista extraordinário. Revela suas lutas, vitórias e as dimensões do homem que, superando todas as adversidades, atingiu reconhecimento ainda em vida.

Cego Aderaldo descobriu as rimas em Quixadá, no sertão do Ceará, pouco depois de perder a visão em um acidente. Quando a mãe faleceu, Aderaldo decidiu viajar pelo sertão nordestino e disseminar sua poesia. Em 1914, disputou um duelo de rimas com Zé Pretinho, conhecido repentista do Piauí. A famosa vitória lhe renderia prestígio pelo resto da vida.

Apesar de nunca ter se casado, Cego Aderaldo adotou e criou 26 crianças. A todos deu estudo e profissão. Inovador e criativo, foi exibidor de cinema na década de 30 e levou a cantoria para as grandes capitais, onde era saudado como personagem do nível de Padre Cícero e Lampião.

80min. Ano: 2011. País: Brasil. Gênero: Documentário. Roteiro e direção: Rosemberg Cariry. 
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“O Velho e o Novo”
Segunda-feira, 3 de dezembro, às 23h45

Com técnicas arcaicas e manuais, os camponeses pobres – ampla maioria da população soviética nos anos 1920 – mal conseguiam sobreviver. Eram explorados pelos “kulaks”, a elite do campesinato.

Cansada de passar necessidade, a camponesa Marfa Lapkina decide reforçar o movimento pela coletivização da agricultura e organiza um “kolkhoz” (cooperativa) com seus vizinhos.

De início, a adesão é pequena, mas em meio a uma intensa luta ideológica entre velhas e novas concepções, as vantagens da produção coletiva vão se afirmando.

Ponto alto do cinema mudo, “O Velho e o Novo” (1929) explora ao máximo os recursos da montagem dialética. Os cineastas Serguei Eisenstein e Grigori Aleksandrov começaram a rodar o filme em 1927. A primeira edição foi concluída no início de 1929 e tinha 121 minutos, mas não foi apresentada ao público. Os diretores decidiram realizar uma nova edição, com tempo menor.

121 min. Título original: “Staroie i Novoie”. País: União Soviética. Idioma: russo. Ano: 1929. Gênero: drama. Preto e branco. Direção: Serguei Eisenstein e Grigori Aleksandrov, com Marfa Lapkina, Konstantin Vasilyev, Vassily Buzenkov, M.Ivanin, Ivan Yudin. Classificação Indicativa: 18 anos
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“Estradeiros”
Terça-feira, 4 de dezembro, às 23h45
(Reprisa na madrugada de sábado para domingo, às 3h)

O documentário “Estradeiros” registra os passos de uma “tribo” nômade que percorre grande parte do Brasil e também da América Latina.

Constituída por indivíduos de diversas origens, os integrantes do grupo vestem-se roupas precárias, quase sempre sujas, cabelos desgrenhados e andam quase sempre a pé. Os membros da tribo vendem suas artes em práticos mostruários de tecido que carregam por todos os lugares por onde passam.

O documentário interpreta a geografia, a organização política e social e a mitologia de uma tribo que não se reconhece como tal.

79 min. Classificação Indicativa: 14 anos. Ano de estreia: 2011. Gênero: documentário. Direção: Renata Pinheiro e Sergio Oliveira.
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“Chofer de Praça”
Quarta-feira, 5 de dezembro, às 23h45
(Reprisa no sábado, às 23h30)

Em “Chofer de Praça”, o ator e humorista Amácio Mazzaropi interpreta o humilde Zacarias, que se muda com a mulher para São Paulo a fim de arrumar emprego e ajudar o filho Raul a pagar a faculdade de Medicina.

Na comédia, o personagem começa a dirigir um modelo de carro antigo, muito barulhento e fumacento, que rapidamente vira motivo de piadas.

Primeira produção de Amácio Mazzaropi para o cinema, “Chofer de Praça” foi o primeiro filme do comediante ao lado da atriz Geny Prado, que viria a ser seu par constante. Os números musicais são com Lana Bittencourt e Agnaldo Rayol.

97 min. Ano: 1958. Direção: Milton Amaral, com Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Ana Maria Nabuco, Lana Bittencourt e Agnaldo Rayol. Classificação: livre.
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“Minha Rua”
Quinta-feira, 6 de dezembro, às 22h45

Muitas pessoas, em algum momento de suas vidas, já desejaram compartilhar suas histórias e experiências, seja para deixá-las registradas para filhos e família, seja para transmitir uma mensagem em que acredite.

Em “Minha Rua”, o apresentador Leandro Firmino percorre as ruas do Brasil para conhecer de perto personalidades famosas nos locais onde moram – pelo trabalho realizado e pelo carisma contagiante – e fazer com que as histórias dessas pessoas cheguem ainda mais longe.

Coprodução Jabuti Filmes e Cinema Nosso, “Minha Rua” retrata as dinâmicas que ocorrem entre os jovens nas ruas, por meio de projetos culturais, ecológicos e sociais que têm a rua como local de realização.

Ator nascido no Rio de Janeiro, Leandro Firmino foi revelado na oficina de atores Nós do Morro, participando do elenco do curta Palace II (2001), de Fernando Meirelles e Kátia Lund. No ano seguinte, ficou conhecido ao interpretar o traficante Zé Pequeno em Cidade de Deus, também dirigido por Meirelles, filme selecionado para o Festival de Cannes e, posteriormente, indicado ao Oscar em quatro categorias.

Gênero: documentário. Idioma: Português. Realização: Canal Futura. Classificação Indicativa: Livre
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“No Gargalo do Samba”
Quinta-feira, 6 de dezembro, às 23h45

Aos 73, o compositor e ritmista  Nereu Gargalo traz o sorriso que acompanha o som de seu pandeiro e conta sua trajetória, que inclui a paixão pela música brasileira. Nereu relembra histórias dos 50 anos de carreira.  O documentário aborda sua vida atual e sua importante trajetória profissional.

Os caminhos desse músico, considerado importante influência do samba-rock, são revistos em seu depoimento e no de músicos e especialistas.

“No Gargalo do Samba” traz um aspecto ficcional que pontua a trajetória de Nereu da infância no Rio de Janeiro aos dias atuais.

Ano: 2017. Gênero: documentário. Direção: Águeda Amaral. Realização: Cabelo Duro Produções / CAACI - Conferência de Apoio ao Audiovisual do Cinema IberoAmericano.
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“Jeca Tatu”
Sábado, 8 de dezembro, às 16h
(Reprisa na madrugada para domingo, à 1h)

Jeca é um roceiro preguiçoso, mas sua preguiça está com os dias contados. Seu ranchinho está ameaçado pela ganância de latifundiários sem coração. Jeca vai precisar de todo o seu jeito matreiro a fim de preservar seu cantinho de terra.

Em “Jeca Tatu” – declarada homenagem ao conterrâneo Monteiro Lobato, criador do personagem homônimo na obra Urupês –, Mazzaropi trata com singeleza a figura do homem do campo e a questão da reforma agrária.

95 min. Ano: 1960. Gênero: Comédia. Direção: Milton Amaral. Roteiro: Milton Amaral, Amácio Mazzaropi. Classificação: livre.

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