terça-feira, 19 de dezembro de 2017
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
TV Cultura exibe Ensaio em homenagem a Tim Maia
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
TV Cultura relembra Ensaio com Chitãozinho e Xororó nesta sexta-feira
quarta-feira, 31 de maio de 2017
TV Cultura exibe Ensaio com a cantora Céu nesta sexta-feira
quarta-feira, 10 de maio de 2017
TV Cultura relembra Ensaio com Los Hermanos nesta sexta-feira
quinta-feira, 4 de maio de 2017
TV Cultura exibe Ensaio com Belchior
sexta-feira, 28 de abril de 2017
TV Cultura relembra edição do Ensaio com Jorge Vercillo
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Zezé di Camargo e Luciano cantam e relembram histórias no Ensaio
terça-feira, 21 de julho de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
Roger fala sobre a trajetória do Ultraje a Rigor no próximo Ensaio
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
TV Cultura homenageia Wando
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| Neste domingo (12/2), emissora reapresenta o programa Ensaio com o cantor, que interpreta seus sucessos e conta histórias sobre sua vida e carreira - Foto: Marcos Penteado |
quarta-feira, 23 de março de 2011
Sandy canta e fala sobre sua vida no Ensaio, da TV Cultura
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| A artista interpreta Águas de Março e revela sua admiração por Elis Regina, sua primeira “diva” - Foto Cleones Ribeiro/TV Cultura |
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Daniel em momentos comoventes no Ensaio
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Daniela Mercury balança o Ensaio
Fernando Faro recebe a cantora baiana, que relembra sua trajetória, fala da infância e canta sucessos como Swing da cor e O canto da cidade
Seu sonho era rodar o mundo com uma companhia de dança. Dedicava-se às aulas de balé e não tinha pretensão de um dia virar cantora. Até que sua voz destacou-se quando cantava, à toa, entre amigos, e passou a se apresentar nos barzinhos da noite baiana. Nos anos 80, quando somente os homens puxavam os grandes trios elétricos na Bahia, lutou para conseguir um espaço para as mulheres e, finalmente, assumiu um lugar de destaque no Carnaval. Todo ritmo, ginga e astral da cantora Daniela Mercury o público confere no programa Ensaio da próxima quarta-feira (21/4), com exibição às 23h, na TV Cultura.
Daniela conta que teve uma infância muito lúdica no bairro de Brotas, em Salvador, onde foi criada ao lado de seus quatro irmãos. Fala sobre sua trajetória artística, de quando foi backing vocal do cantor Gerônimo, ainda no início da carreira, e relembra o período em que cantou na Banda Eva e na Companhia Clic.
Também fala sobre a famosa apresentação no Museu de Arte de São Paulo (Masp), em um show que marcou sua carreira, no ano de 1992. Ainda pouco conhecida em São Paulo, a cantora parou a Avenida Paulista em um espetáculo que reuniu mais de 20 mil pessoas, em pleno horário de almoço. A apresentação, que precisou ser interrompida, pois estava abalando as estruturas do local, foi destaque nos jornais, que publicaram, depois, títulos como: “Uma baiana pára São Paulo”. E “eles nem sabiam meu nome”, diverte-se Daniela.
Em outro momento, a cantora critica o preconceito que existe no Brasil em relação à música alegre e dançante, e diz que a música pode ser bem feita em qualquer ritmo. Mostra como exemplo algumas de suas canções que utilizam a batida do samba-reggae como base, entre elas O mais belo dos belos e Por amor ao Ilê; e dedica o programa a Neguinho do Samba, criador do samba-reggae e do Olodum.
No repertório, sucessos como De qualquer lugar, Swing da cor, O canto da cidade e O que é que a baiana tem.
Sobre a artista
Com treze CDs gravados e cinco DVDs, Daniela Mercury possui mais de 10 milhões de discos vendidos em todo o mundo. Foi convidada para a gravação do DVD de aniversário dos 20 anos do Cirque de Soleil e parte da comemoração dos 25 anos do Festival de Jazz de Montreux. A cantora também foi convidada especial do DVD do espanhol Alejandro Sanz, En Concierto: Gira No Es Lo Mismo 2004, com quem fez um duo em plena Praça Del Toros, em Madri, Espanha. Já cantou com grandes nomes da música brasileira, como Tom Jobim, Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Cantou com Paul McCartney em Oslo, na entrega do Prêmio Nobel da Paz, e também com Ray Charles.
sábado, 10 de abril de 2010
A múltipla Fernanda Takai tem seu momento intimista no Ensaio
Ela canta, compõe e ainda escreve para dois grandes jornais. Fernanda Takai, conhecida pelo talento musical, diz que consegue ser mais objetiva em seus artigos e contos do que na música. Entre curiosidades e revelações, ela confessa que o texto que mais a emocionou foi sobre o último encontro com seu pai. Fernanda vive seu momento intimista no palco do programa Ensaio da próxima quarta-feira (14/4), às 23h, com exibição na TV Cultura.
Integrante do grupo Patu Fu há mais de 15 anos, a convidada mostra algumas canções do álbum Luz Negra, seu segundo trabalho solo. Entre as músicas estão aquelas que ela sempre gostou, como Ordinary World, da banda Duran Duran; Ben, de Michael Jackson; Rehab, da cantora Amy Winehouse e There Must be an Angel, do grupo Eurythmics. No repertório estão também Você já me esqueceu, Sinhá Pureza, Descansa Coração, e O Divã, de autoria de Erasmo e Roberto Carlos, entre outras canções.
Fernanda interpreta ainda Kobune, versão japonesa para O Barquinho, feita por Ryosuke Itoh e aprovada por Roberto Menescal, um dos autores da música. Durante a atração, a cantora comenta sobre o Japão e inclusive fala algumas palavras em japonês, idioma que está aprendendo.
Após a exibição do programa na TV, o público ainda pode conferir um material extra, com as canções 5 Discos e Ritmo da Chuva, no site www.tvcultura.com.br/ensaio.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Não sou deslumbrada com o sucesso, diz Maria Rita no Ensaio
Na tela da Cultura, a cantora mostra as músicas do álbum Samba Meu, fala da parceria com Arlindo Cruz, dos prêmios que já recebeu e de sua ida para os Estados Unidos quando adolescente
Maria Rita, um dos grandes nomes da música brasileira, é a convidada de Fernando Faro para o Ensaio desta quarta-feira (31/3), às 23h, na TV Cultura. Entre as tantas perguntas respondidas durante o programa, ela também mostra músicas de seu último álbum – Samba Meu.
Ao ser questionada do por que ter se enveredado para o samba, a cantora explica que não considerou isso como uma mudança: “Dentro de mim não foi uma mudança; talvez para a imprensa e para o meu público pode ter sido, sim. Dentro de mim foi uma experiência grandiosa, apaixonante”. E tudo começou quando ela foi ao Canecão, no Rio, assistir a um show do sambista Arlindo Cruz. “Foi uma empatia muito grande, foi tudo muito rápido, sabe? Ficamos amigos assim, logo de primeira”, conta ela, que já gravou de Arlindo inúmeras canções e algumas ela relembra no programa, como Tá Perdoado, O que é o amor e Trajetória.
Sobre a sua mudança para os EUA aos 16 anos, Maria Rita revela que foi traumática: “Eu era uma adolescente, com todas as confusões que essa idade proporciona. Também pelo fato de ter me afastado dos meus irmãos, dos meus amigos, isso contou muito. Hoje, sei que foi fundamental para ajudar a me reconhecer”. De volta ao Brasil, trabalhou com produção, mas foi só quando gravou o primeiro disco é que se sentiu completa. “Foi uma sensação muito curiosa, parecia que saía um peso das minhas costas”.
Com vários prêmios, a cantora fala que ainda se surpreende com o sucesso e a reação das pessoas. “Sou muito grata pelo reconhecimento, mas não sei o que é sucesso. Não gosto muito dessa palavra, acho egocêntrica. Sou dona de casa, mãe do Antônio, trabalho muito. Não sou deslumbrada, encaro tudo isso como meu trabalho e só”.
Maria Rita venceu prêmios importantíssimos em 2004, entre eles o Grammy Latino nas categorias Revelação do Ano, Melhor Álbum de MPB e Melhor Canção em Português com A festa. “Eu jamais imaginei um dia chegar perto desse prêmio.
No repertório do programa, músicas como O homem falou, Maria do Socorro, Casa de Noca, Recado e Não deixe o samba morrer.
terça-feira, 23 de março de 2010
Chorão, do Charlie Brown Jr., conta suas desilusões no Ensaio desta semana
A banda toca clássicos da carreira e músicas do novo álbum Camisa 10 Joga bola até na chuva, na TV Cultura
Nesta quarta (24/3), às 23h, o programa Ensaio, da TV Cultura, traz a banda Charlie Brown Jr., grupo que apesar de ter sofrido um desmanche em 2005, continua na ativa com o polêmico e expansivo Chorão nos vocais. Entrevistado por Fernando Faro, ele revela detalhes sobre o polêmico episódio da briga com o músico Marcelo Camelo e fala da relação com o pai, que faleceu em seus braços.
O músico também conta como começou a cantar e como a prática do skate influenciou seu estilo de vida e o som que produz. Os momentos da infância e da adolescência vividos em Santos/SP, e sua relação com a cantora Cássia Eller, com quem compôs a música O Dom a Inteligência e a Voz estão nesta edição do programa. Em relação ao trabalho, comenta sobre o filme O Magnata, do qual foi roteirista e fez a trilha sonora, e de O Cobrador, que também assina o roteiro.
No set list apresentado pelo grupo estão alguns clássicos como Não deixe o mar te engolir, O preço, Tudo mudar e Papo reto, além das músicas do último álbum – Camisa 10 Joga bola até na chuva – como Me encontra e Só os loucos sabem.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
O rock da baiana Pitty no Ensaio
Ela já levou vários prêmios do Video Music Brasil, da MTV, e foi duas vezes vencedora na categoria artista do ano. Ao longo dos seus seis anos de carreira, Priscilla Novais Leone, a soteropolitana Pitty, incendeia o palco do Ensaio nesta quarta-feira (3/3), às 23h, na TV Cultura.
No programa, a cantora fala sobre o novo disco, seu relacionamento com a mãe, e sobre sua infância: “Durante minha adolescência, éramos antagônicas, só tivemos um contato físico mesmo, de trocar carinho, recentemente”. Mas foi sua mãe quem lhe passou sua principal influência musical: “A admiração pela Elis (Regina) veio muito de minha mãe, que tinha todos os vinis da cantora. A Elis é para mim a maior cantora deste país, uma das únicas pessoas que eu conheço que conseguia cantar chorando”.
Após quatro anos sem lançar um disco de inéditas, Pitty mostra no Ensaio as canções de seu novo álbum Chiaroscuro (lançado em agosto de 2009), além dos hits, Admirável chip novo, Memórias e Máscara: “Muita gente ficou assustada achando tudo muito diferente (o novo CD). Adoro quando as pessoas não esperam uma coisa, mas você vai lá e faz”.
Ainda no repertório, Pitty canta Fracasso, Medo e Me adora.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Eu tinha medo de Elis Regina, conta Milton Nascimento no Ensaio
Reconhecido mundialmente como um dos mais influentes e talentosos cantores e compositores da música popular brasileira, Milton Nascimento é recebido por Fernando Faro no Ensaio, da TV Cultura. A reapresentação do programa acontece nesta quarta-feira (3/2), às 23h.
Nascido no Rio de Janeiro, filho de Maria do Carmo Nascimento, uma empregada doméstica, Milton foi adotado por um casal cuja mãe era professora de música e o pai dono de uma estação de rádio. Mudou-se para Três Pontas, em Minas Gerais, onde se tornou mais mineiro que carioca.
No Ensaio, Milton relembra histórias em que viveu ao lado da amiga e também cantora Elis Regina, conhecida pelos mais íntimos como Pimentinha, tamanho o temperamento forte da artista. Milton disse que tinha medo dela: “eu tinha tanto medo da Elis, que só fui dizer a ela que havia gostado de sua gravação da música Canção do Sal (Milton Nascimento) uns seis anos após o lançamento”.
Milton conta ainda sobre sua primeira viagem aos Estados Unidos e de suas andanças por Nova York. Lembra que Agostinho dos Santos – cantor e compositor brasileiro cujo maior sucesso foram as canções Manhã de Carnaval e Felicidade, do filme Orfeu Negro –, ao ouvi-lo cantar em um bar, disse: “Daqui em diante te levo para todos os lugares comigo”. Milton se recusou a participar de alguns festivais indicados por Agostinho, mas este não desistiu. Inscreveu três músicas do compositor no Festival Internacional da Canção, sem que Milton soubesse. Dentre elas estavam Travessia, música em parceria com Fernando Brant, e que conquistou o segundo lugar no festival e deu visibilidade nacional ao artista, sendo uma das músicas mais conhecidas do seu repertório.
No roteiro musical do programa, clássicos da MPB na voz de Milton, como Nos Bailes da Vida, Caxangá, Caçador de Mim, Maria, Maria, Paula e Bebeto, Encontros e Despedidas, entre outras.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Herivelto Martins fala de Dalva de Oliveira no Ensaio
Em destaque na televisão com a minissérie Dalva e Herivelto, de Maria Adelaide Amaral, a história do compositor Herivelto Martins pode agora ser conhecida pela visão dele próprio, durante sua participação no programa Ensaio, dirigido por Fernando Faro e gravado em 1990, na TV Cultura. A edição histórica vai ao ar neste sábado (9/1), a partir das 20h.
Herivelto abre o programa lembrando como foi o fim de um dos mais importantes símbolos musicais brasileiros, local que o inspirou, ao lado de Grande Otelo, para compor um de seus maiores sucessos, a música Praça Onze. A infância, o início na música, seu primeiro instrumento – um reco-reco – e o começo da carreira profissional, com as primeiras gravações em disco de cera, também são mencionados.
Numa conversa intimista, o músico explica como aconteceu a formação da dupla Preto e Branco e do Trio de Ouro, formado por ele, Nilo Sergio e pela cantora Dalva de Oliveira, com a qual viveria uma conturbada história de amor, retratada na citada minissérie global.
O compositor ainda fala das parcerias e canta algumas das composições que fez com Benedito Lacerda, como A Lapa e Acorda Escola de Samba. Acompanhado de seus filhos Peri Ribeiro e Ubiratan Martins, além dos músicos Xixa (cavaquinho), Carioca (violão), Cebio e Freddy (percussão), Herivelto também homenageia Grande Otelo com Praça Onze, Laurindo e Bom Dia, Avenida e Valdemar da Ressurreição com Que Rei Sou Eu. Ele também mostra obras de Dunga, David Nasser, J.B. de Carvalho e Marino Pinto. De seu repertório apresenta Culpe-me, Transformação, Cabelos Brancos, dentre outros.





















